A gente sempre espera mais alguma coisa da vida.
Tentamos sempre, de alguma forma, nos policiar, pra não ficar na espectativa e correr o risco de se decepcionar, mas não adianta. Quando vimos, já foi. Lá estamos nós novamente torcendo pra que aquilo ocorra, idealizando, projetando.
Não estou falando de pensamentos possíveis e realizaveis, do tipo que nos esforçando e correndo atrás possamos conquistar. Falo daqueles intangíveis mesmo, do ator que toda menina quer como namorado, do momento romantico que imagina-se com detalhes, essas coisas.
Até sabemos, na verdade, que é pura ilusão, que aquilo nunca vai acontecer, nossa razão tá na nossa cabeça berrando a verdade. Mas a gente nem liga, ignora. Preferimos sonhar e outra vez se desiludir. Desilusão essa, que sempre machuca e magoa. Mas que por teimosia, persistimos em sentir.
Mas me diga afinal, que graça teria a vida se fossemos sempre racionais? Se não tivéssemos nós o poder de divagar?
Pelo amor de Deus! É intrínseco ao ser humano sonhar e ter alguns doces momentos que sejam, a vida real já nos é amarga demais.
Merecemos nos permitir, então, permitamo-nos.
Tentamos sempre, de alguma forma, nos policiar, pra não ficar na espectativa e correr o risco de se decepcionar, mas não adianta. Quando vimos, já foi. Lá estamos nós novamente torcendo pra que aquilo ocorra, idealizando, projetando.
Não estou falando de pensamentos possíveis e realizaveis, do tipo que nos esforçando e correndo atrás possamos conquistar. Falo daqueles intangíveis mesmo, do ator que toda menina quer como namorado, do momento romantico que imagina-se com detalhes, essas coisas.
Até sabemos, na verdade, que é pura ilusão, que aquilo nunca vai acontecer, nossa razão tá na nossa cabeça berrando a verdade. Mas a gente nem liga, ignora. Preferimos sonhar e outra vez se desiludir. Desilusão essa, que sempre machuca e magoa. Mas que por teimosia, persistimos em sentir.
Mas me diga afinal, que graça teria a vida se fossemos sempre racionais? Se não tivéssemos nós o poder de divagar?
Pelo amor de Deus! É intrínseco ao ser humano sonhar e ter alguns doces momentos que sejam, a vida real já nos é amarga demais.
Merecemos nos permitir, então, permitamo-nos.
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